A participação dos alunos no debate oscilou entre o espontâneo e o elaborado. Alguns deram a conhecer as suas perspectivas através da leitura de textos preparados nas aulas das disciplinas de Filosofia e de Português, enquanto outros intervieram na discussão em resposta a novas informações surgidas na interacção entre os presentes.

Para animar o debate estiveram presentes, como convidados, Francisco Campos (jesuíta), José Soares (médico), Alice Feliciano, subdirectora da EPM-CELP mas intervindo na qualidade de jurista, e ainda Alexandra Melo, psicóloga dos Serviços de Psicologia e Orientação Escolar.

“As Tertúlias Filosóficas são um espaço que tem de ser alimentado porque permite aos alunos ouvir e expor ideias, bem como fazer aprendizagens fora da sala de aula”, afirmou, no final da sessão desta tarde, Lúcia Thomaz, professora e coordenadora do Departamento de Línguas que está envolvido nesta iniciativa. A professora Sandra Macedo, animadora do debate, considerou, por seu turno, tratar-se de um “espaço de reflexão, com uma pluralidade de perspectivas, que favorece a aprendizagem dos alunos dem falar e expor em público as suas opiniões, aceitando a dos outros, num exercício da Educação para a Cidadania”.

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