Apesar das propostas serem referenciadas ao contexto europeu, os promotores da iniciativa acreditam que os seus conteúdos são de grande utilidade para todos os que actuam no campo do ensino de línguas estrangeiras, independentemente da localização geográfica continental. Especialmente em África por ser uma região do mundo com uma grande variedade de línguas nativas.

Foi, aliás, a diversidade que marcou o desenvolvimento dos trabalhos realizados em pequenos grupos de trabalho, pela origem muito variada dos seus membros, permitindo uma troca de experiências, saberes e perspectivas particularmente enriquecedora. No total estiveram representadas 11 escolas internacionais, que operam na cidade de Maputo, bem como os leitorados das línguas portuguesa, espanhola e italiana associados ao ensino superior.

O QCR pretende, basicamente, fornecer uma base comum para a elaboração de planos curriculares de ensino de línguas, descrevendo, para tanto, o que os alunos precisam de aprender para usar a língua com fins comunicativos. Define, ainda, os níveis comuns de referência, que classificam os alunos em usuários básicos, independentes e proficientes.

Anna Rizza, leitora de italiano na UEM, foi figura central desta iniciativa, não só por ter lançado o desafio como também pelo dinamismo que emprestou ao “workshop”. Registe-se, ainda, a presença de Afonso Muchanga, coordenador do Departamento de Francês da UEM.

As conclusões do encontro vão ser apresentadas num seminário a realizar na UEM em Setembro próximo.

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