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Alusivo ao Dia Internacional da Juventude na Greve Climática, assinalado hoje sob o lema “fazer greve por um clima seguro”, alunos de vários ciclos de escolaridade da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) apresentaram-se às aulas trajados de preto em protesto contra as alterações climáticas provocadas pelo ser humano.

A greve mundial, que decore em mais de 100 países, pretende pressionar os políticos a tomarem medidas imediatas para combater a agressão ao ambiente. Na EPM-CELP o movimento é sustentado pelo mote “Junte-se a nós e comece a mudança”, que, de acordo com Aliya Bhikha, presidente da Associação de Estudantes, incitadora do movimento na nossa Escola, visa sensibilizar os alunos para as alterações climáticas e para a tomada de atitudes adequadas à defesa do ambiente.

A ação na EPM-CELP é o culminar de uma série de manifestações periódicas impulsionadas, no ano passado, pela jovem sueca Greta Thunberg, de 16 anos, nomeada para o prémio Nobel da Paz. Movida pelo desejo de pôr as escolas do mundo a fazer greve pelo ambiente, a adolescente é hoje o rosto da luta contra as alterações climáticas e o vídeo da sua participação na 24.ª Conferência da ONU sobre o Clima foi hoje projetado no átrio central da nossa Escola.

Centenas de milhares de alunos de mais de 100 países assumem, hoje, uma greve mundial das escolas pelo clima, que visa exigir dos políticos ações concretas contra as alterações climáticas, atualmente apontadas como uma das maiores ameaças ambientais, económicas e sociais.

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