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Aos 20 de Abril do ano corrente, nós, a turma do 10.º ano de escolaridade da área de Línguas e Humanidades, realizámos a visita de estudo à sede do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), localizada na Avenida 25 de Setembro, na cidade de Maputo. À primeira vista, a entrada principal é notável pela presença de uma grande árvore no espaço central que dá acesso ao edifício. Após explicação fornecida, ficámos a saber que a árvore tem a mesma idade que a própria cidade e, por isso, a preocupação em preservar a relíquia durante a construção do edifício.

Ao entrar no BCI fomos de imediato recebidos e bem acolhidos pelos seus funcionários, que nos deram breves considerações sobre o funcionamento do banco. Muito importantes foram as informações sobre as medidas de segurança fornecidas pela chefe do departamento de segurança, a dona Cristina, que nos falou, nomeadamente, sobre as medidas a tomar em caso de incêndio e, não menos importante, a explicação sobre o uso das saídas de emergência. Ainda na entrada do edifício, é visível uma obra de arte da autoria de Sitoe, datada de 2016.

Toda a construção do edifício foi muito bem pensada e esquematizada para ser amiga do ambiente. É muito luminosa e de vistas largas porque tem janelas amplas que tendem, durante o dia, a deixar incidir toda a radiação solar possível para um melhor reaproveitamento da luz solar e, por sua vez, para uma melhor gestão da energia, visando a poupança.

Após a receção, começámos por visitar o centro exclusivo que é conhecido como a área de negócios. Fizemos todo o percurso acompanhados de um guia e, em cada setor, fomos esclarecidos sobre os procedimentos de cada um por um membro do mesmo. Na área de negócios uma das funcionárias explicou-nos a missão e funcionamento daquela área restrita, mostrando-se disponível para esclarecer as nossas dúvidas juntamente com a chefe do departamento. Ficámos a saber que esse setor do banco é responsável pelas relações com as grandes e pequenas empresas.

No prosseguimento da nossa visita guiada dirigimo-nos ao oitavo piso onde se localiza a direção de canais eletrónicos. Estes são os meios de pagamento que dispensam o uso do dinheiro físico e que é efetuado através de cartões bancários utilizados nos POS e também nos ATM. Foi neste local onde nos explicaram as funcionalidades do nosso cartão escolar que procura “juntar o melhor de todos os mundos”, ou seja, conseguir que o cartão, para além das funcionalidades associadas à identificação e acesso ao recinto escolar, e também ser uma forma mais viável e segura para os alunos utilizarem o dinheiro.

O destino seguinte foi outra área restrita do banco, onde se tratam dos câmbios, das grandes transações e também a gestão da maior parte da bolsa de valores do banco. É uma área por natureza silenciosa e por isso nos pediram comportamento adequado. É pelo facto de ser um sector tão importante que é necessário silêncio para a execução do trabalho, tal como o nosso guia nos transmitiu. O setor trata do mercado de capitais e de contas a prazo, entre outras operações. Um facto interessante nesta área é a existência de dois aparelhos de televisão, um sintonizado a canais relacionados com a vida financeira, para que os funcionários estejam sempre atualizados com os acontecimentos no resto do mundo e o outro, também com a mesma finalidade, que mostra os diferentes câmbios em tempo real.

Na etapa seguinte visitámos o local responsável pela segurança eletrónica geral do banco. Esclareceu-nos o guia o como funciona toda a segurança do banco e, de seguida, fomos acompanhados pelo diretor da área de sistemas de informação até ao centro de dados. É uma zona fria dotada de um sistema de deteção automática de incêndios, que funciona através de um gás que, ao ser libertado, absorve o oxigénio, não permitindo a propagação do incêndio. Ficámos a saber que o banco utiliza técnicas de alta segurança contra os ataques de “fishing”, o que proporciona ao banco e ao próprio cliente um acréscimo de segurança.

O último local da nossa visita de estudo foi o auditório do banco, onde fomos presenteados com um caderno e uma caneta do BCI. O diretor de marketing teceu considerações genéricas sobre a intervenção do setor dentro do banco e, de seguida, deu uma mini palestra sobre a aplicação da estatística na vida, suas regras de funcionamento e o cumprimento das mesmas através do “Estudo do Cliente Mistério”, uma estatística do tipo descritiva.

Após a palestra deu-se por encerrada a visita de estudo que foi muito interessante e, decerto, despertou o interesse de todos os alunos participantes.
Helena Costa (10.º C)web helena.costa

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