Os trabalhos do pintor já estão expostos desde a passada sexta-feira na sequência de um trabalho conjunto de Ciro Pereira com os alunos do curso de Artes dos 11.º e 12.º anos da EPM-CELP, o qual incluiu a montagem da própria exposição e a produção de trabalhos plásticos em contexto de sala de aula.

Ciro Pereira, que também se dedica à música, sendo mesmo docente de violino no curso de licenciatura em música na Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, reside em Moçambique desde 1980 e foi membro da Comissão Organizadora das Bienais da Telecomunicações de Moçambique e do Júri de Avaliação dos finalistas do curso de Gráficas da Escola Nacional de Artes Visuais, e foi coordenador em Moçambique do projeto Travessias, intercâmbio cultural Moçambique-Portugal, e do projeto Identidades, intercâmbio artístico entre a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Portugal) e a Escola Nacional de Artes Visuais de Maputo.

A exposição "Ciro – os poros da tinta" ficará patente ao público até ao próximo dia 25 de maio.

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