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O Dia de África foi profusamente assinalado na EPM-CELP, na manhã do passado dia 25 de maio. No átrio central e no recinto do pré-escolar, alunos, professores, dirigentes, funcionários, técnicos, amigos e convidados homenagearam as gentes e cultura africanas, através da realização de várias atividades que foram do canto à dança e das conversas e palestras às exposições de artesanato. A alegria e boa disposição foram o mote comum. Bem como a indispensável marrabenta!






Convidados no átrio principal


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O átrio principal da EPM-CELP foi, ontem de manhã, palco das celebrações alusivas ao Dia de África, que se celebra anualmente a 25 de maio. Foi anfitriã da festa Ana Albasini, coordenadora do projeto “Mabuko ya Hina” que organizou o evento dirigido a alunos, professores e funcionários da nossa Escola. Danças africanas, a declamação de poema, uma palestra e a inauguração de uma exposição de obras de várias expressões artísticas e de inspiração africana marcaram o programa de celebração da data histórica.

As danças africanas estiveram a cargo dos alunos da Escola Primária Completa Ntwananu e Jorge Zucula, do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano do Governo de Moçambique, declamou o poema “Khurula África”, o qual apela à paz entre os moçambicanos. A palestra foi proferida por Lázaro Impuia, ex-professor da EPM-CELP, e versou a contextualização histórica de factos passados e recentes de Moçambique. As obras patentes na exposição são da autoria de alunos e professores da nossa Escola e permanecerão no átrio principal até amanhã.

Trajes a preceito no pré-escolar

web diadafrica.maio16O sector do pré-escolar da nossa escola também não deixou passar em branco a data, realizando actividades que preencheram toda a manhã do dia 25. Para tanto, alunos, educadores e auxiliares trajaram a preceito, com a presença obrigatória das tradicionais capulanas.

Enquanto decorria a exposição de artesanato africano, montada com obras trazidas por familiares dos alunos, pelos educadores e pelas auxiliares, estas últimas apresentaram e realizaram com os petizes vários jogos e entoaram diversas canções, tudo associado às tradições culturais das respectivas províncias. E, claro, não faltou a marrabenta.

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